Posts Tagged ‘Coaching’

13220517_1704672036451133_1339990337732224534_o

There are big differences between being “a guy that plays Football” and “a Football player”. Both types can be seen all over the world, more frequently outside of the United States, in countries where the sport is just now getting traction. But how to identify which type are you? Although the signs are all over, that’s an answer that you will only find within yourself.

First, let me get something out of the way. Football can only be a hobby for you if you’re just a fan. It is exciting, it’s a great TV product and watching Football can be very fun. Now, if you want to be on the field, this must become your way of life. If you really want to succeed and be competitive, this sport must be one of your priorities. You need to wake up thinking about Football and go to sleep thinking about Football.

But why can’t Football be a fun thing to do on weekends?

This is a contact sport that may cause severe injury or even death. To treat it as a hobby would be not only stupid but also dangerous. Soccer can be a hobby, or Basketball, or Volleyball… you learn the basic fundamentals, strategies and do it once a week to blow off some steam, get your heart rate up, break a sweat, relieve stress and have fun with your buddies. Unfortunately, you cannot do that in Football.

(more…)

Advertisements

Harriton

Normalmente é difícil encontrar um momento de paz em meio a uma situação caótica para colocar as coisas em perspectiva. Mas quando essa oportunidade aparece, geralmente é difícil de esquecer. Tive a chance de fazer isso durante um dos dias mais importantes em minha carreira de técnico de futebol americano, e me surpreende como o corpo humano se agarra aos mínimos detalhes desses poucos segundos de devaneio.

Após árduas semanas de dois treinos diários sob o escaldante sol do verão dos Estados Unidos, o ar abafado e úmido de West Philly finalmente deu lugar a uma leve e refrescante brisa que parecia anunciar o que o estômago e os nervos já sabiam. Dia 29 de agosto, uma sexta-feira, marcava o início da temporada 2014 de futebol americano para a West Philadelphia High School, minha primeira como técnico nos Estados Unidos.

Foi um daqueles dias que demoram mais a passar do que véspera de Natal, mas movimentado desde cedo. Uma agenda dominada por tarefas inerentes à posição de técnico, como reuniões para as últimas definições de game plan e depth chart, instruções sobre estilo de jogo do adversário, conversas para garantir que todos os atletas estavam na mesma página quanto a sinais de chamada de jogadas, ou seja, aquilo que se espera das horas pré-jogo. (more…)